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Psicóloga Adriana de Melo

Não deixe que a ansiedade limite suas oportunidades e seu bem-estar. Dê o primeiro passo para uma vida mais equilibrada e gratificante.

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Ansiedade

Tem dias em que você acorda e já sente um peso no peito, mesmo sem saber exatamente por quê. Como se algo estivesse errado, prestes a acontecer, ainda que tudo ao redor pareça normal. A mente não para. Um pensamento puxa o outro, quase sempre para cenários ruins, dúvidas, culpas, medos. O corpo acompanha: tensão nos ombros, respiração curta, coração acelerado. E o mais cansativo é que, por fora, você continua funcionando. Trabalha, conversa, resolve coisas, até sorri. Mas por dentro, é como se estivesse tentando se manter de pé no meio de um vendaval invisível.

Se isso faz sentido para você, não é exagero, nem fraqueza, nem “coisa da sua cabeça” no sentido de ser inventado. É ansiedade. E ela é uma experiência humana, comum, mas que pode se tornar profundamente sofrida quando passa a dominar seus dias.

Muita gente que vive com ansiedade carrega também a culpa por se sentir assim. “Eu tenho tudo para estar bem.” “Tem gente em situação pior.” “Eu devia dar conta.” Só que a ansiedade não se resolve na base da cobrança. Ela não desaparece porque alguém diz “relaxa” ou “pensa positivo”. Na verdade, quanto mais você tenta lutar contra o que sente, mais preso(a) pode se perceber nesse ciclo de preocupação, tensão e cansaço emocional.

A ansiedade, em essência, é uma tentativa do seu corpo e da sua mente de proteger você. É um alarme. O problema é quando esse alarme fica sensível demais e começa a tocar o tempo todo, mesmo quando não há perigo real. Viver assim esgota. Tira o prazer das coisas simples, rouba o sono, afeta os relacionamentos e, aos poucos, faz você se afastar de quem você era — ou de quem gostaria de ser.

Mas há um ponto muito importante: a ansiedade pode ser compreendida e transformada. Quando você tem um espaço seguro para falar do que sente, sem julgamentos, começa a perceber que seus sintomas têm história, sentido, ligação com suas experiências, suas exigências internas, suas dores não ditas. E, a partir dessa compreensão, é possível construir novas formas de lidar com os pensamentos, com as emoções e com o próprio corpo.

Você não precisa enfrentar isso sozinho(a). Procurar ajuda é um ato de cuidado consigo, não um sinal de fracasso. É reconhecer que está pesado demais carregar tudo por conta própria e que você merece apoio qualificado, escuta atenta e um acompanhamento que respeite seu tempo e sua história.

Se você se reconheceu em partes deste texto, talvez esse seja o momento de dar um passo em direção a você mesmo(a). Conheça o trabalho da psicóloga Adriana de Melo e encontre um espaço de acolhimento e seriedade para cuidar da sua ansiedade e de tudo o que vem junto com ela.

Priorize-se

As metas que você persegue são realmente suas… ou de outra pessoa?

Desde que nascemos, é natural dependermos de alguém. São os pais, cuidadores, pessoas de referência que nos ajudam a entender o mundo e, aos poucos, a construir quem somos. É assim que a subjetividade se forma: no vínculo, no olhar do outro, na troca.

O problema é quando essa dependência, que deveria ser parte do começo da vida, se estende por anos — às vezes por décadas. Sem perceber, a pessoa passa a viver guiada pelas expectativas dos outros, pelas necessidades alheias, pelos “deveria” que foram sendo acumulados ao longo do caminho.

E então surge uma pergunta difícil, mas essencial:
o quanto você tem se priorizado de verdade?

Muitas pessoas estão tão acostumadas a agradar, corresponder, sustentar relações e papéis, que quase não sabem mais o que desejam para si. Vivem cansadas, frustradas, com a sensação de estarem presas em uma vida que parece não ter sido escolhida, mas apenas seguida.

Isso é um tipo de aprisionamento emocional.
Não tem grades visíveis — mas tem culpa, medo de decepcionar, medo de ser visto como egoísta, medo de mudar.

Aprender a se priorizar pode parecer errado no começo. Pode vir um incômodo, uma voz interna dizendo: “isso é egoísmo”, “eu devia pensar mais nos outros”. Mas se colocar em primeiro lugar não é deixar de amar ninguém — é reconhecer que você também importa. Que seus limites importam. Que seus desejos têm valor.

Parar e se perguntar “o que eu quero para a minha vida?” pode ser assustador, especialmente para quem passou muito tempo vivendo em função do outro. Algumas pessoas simplesmente não conseguem fazer esse movimento sozinhas, porque já estão há tanto tempo presas nesse lugar de dependência emocional que perderam a referência de si mesmas.

E é nesse ponto que a psicoterapia pode ser um divisor de águas.

Em um espaço seguro, de escuta e acolhimento, você começa a se perceber melhor: seus padrões, seus medos, suas escolhas repetidas, suas dores antigas. Aos poucos, vai se fortalecendo para construir uma vida com mais consciência, mais autonomia e mais verdade.

Liberdade emocional não é fazer tudo o que se quer.
É poder escolher — sem estar acorrentado(a) à culpa, ao medo ou à necessidade constante de aprovação.

Se você sente que tem vivido mais para os outros do que para si, talvez esse seja o momento de voltar o olhar para dentro e se colocar na própria vida como prioridade.

Depoimentos

S.

“Muito atenciosa! Me senti a vontade para conversar, saí do consultório confiante de que irá me ajudar muito na minha melhora emocional.."

L. P.

"No momento de maior angustia e desassossego mental busquei ajuda profissional e desde o contato telefônico fui muito bem acolhida. Eterna gratidão por ela me atender em caráter emergencial sem ao menos ser sua paciente e se dispor mesmo não sendo dia de atendimento.."

R.

“Adriana é uma excelente profissional,me ajudou a me concentrar e a desacelerar meus pensamentos.Me sentindo mas leve e conseguindo me centralizar no que realmente importa.”
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